Gestão

4 dicas básicas para se diferenciar no ramo de alimentação fora do lar

4 dicas básicas para se diferenciar no ramo de alimentação fora do lar

É imprescindível que os pequenos negócios de alimentação fora do lar lancem mão de uma série de estratégias a fim de se manterem atraentes e competitivos.

Essas estratégias garantirão os diferenciais que todos buscam incansavelmente. Assim, é possível se adaptar ao momento e buscar formas de conservar a clientela podendo, inclusive, expandi-la.

Os 4 alicerces para o diferencial de um restaurante

Somente um bom cardápio não sustenta financeiramente um estabelecimento, mas é um dos pilares, garante Lucas Ferreira Santiago, professor do curso de Gastronomia da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste).

Hoje em dia, os clientes estão cada vez mais exigentes, portanto para realmente termos um diferencial devemos priorizar 4 alicerces centrais.

1. Cardápio. O chef ou cozinheiro deve sempre colocar o seu toque especial nos pratos, pois assim ele poderá surpreender os clientes. Lembrando que esse diferencial deve ser guiado por estudos prévios e estudo de aceitação da clientela.

2. Atendimento. “Esse é o primeiro contato do cliente com o estabelecimento”, garante Lucas. Segundo ele, quanto mais cortês, gentil, ágil, calmo, disponível e atencioso for o atendente, maior a possibilidade de o empreendimento ser referência local, regional e até nacional, por que não? “A gastronomia é feita de pessoas para pessoas.”

3. Preço. Se o empreendedor não souber precificar, pode ter certeza que a concorrência saberá. “Na hora de precificar precisamos ter muita atenção e calma, analisar o que a concorrência pratica e colocar na balança bom senso, mas que seja justo”, sugere o professor.

Isso porque o preço de um prato deve ser justo para o cliente (de acordo com a sua solicitação), mas deve ser justo também para o empresário, para que ele possa arcar com suas responsabilidades econômicas.

4. Ambiente. Estabelecimentos que pensam em melhorar seu desempenho precisam pensar também no seu ambiente para que ele seja acolhedor, alegre, descontraído e limpo.

As tendências para este ano sugerem ambientes mais despojados com áreas externas. Para isso contatar um arquiteto especialista no setor de alimentos e bebidas pode ser um grande diferencial. Ele ajudará na troca de informações, aumentando a chance de acertos na escolha da decoração e no devido posicionamento dos móveis e acessórios.

No início, focar em quais detalhes?

Conhecer o cardápio e apresentá-lo corretamente ao cliente é o primeiro dos pontos a ser considerado, afinal não é nada agradável um garçom vender os pratos se ele não conhece o cardápio ofertado.

Quando eu falo conhecer cardápio, não é apenas o nome ou pronúncia, mas de todo aquilo que o compõe”, reitera Lucas.

Por exemplo: se o garçom sugere um medalhão de mignon ao molho de pimentas. Parece gostoso, não é? Mas um cliente mais curioso perguntará: o que significa medalhão? Qual o ponto de cocção? Qual a base do molho de pimentas? Qual a melhor harmonização desse prato?

Treinar o garçom para ter as respostas na ponta da língua é um grande diferencial.

Outro fator positivo é a personalização do atendimento e do cardápio. “Isso é quando o restaurante tem condições para ofertar e/ou elaborar/modificar o menu de acordo com as necessidades do cliente”, diz o professor.

Mas lembre-se, independentemente do diferencial ou da inovação que se pretende inserir no estabelecimento, uma lição deve sempre estar em pauta: atenda seu cliente como você gostaria de ser atendido.

Deve ficar claro também que há casos onde nem precisamos ser tão diferentes, precisamos somente ser eficientes.

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